Sei que puderam notar a minha ausência, mas estou de volta neste blog para continuar a contar sobre as minhas experiências, loucuras, frustrações, medos e fantasias…
Para quem ainda não me conhece, sou mais uma personagem deste blog. Muito prazer, meu nome é Onnami Oishii, mas pode me chamar de Onnami..
Como sempre digo: ‘não se preocupe, o prazer realmente é todo meu..’
Seja bem vindo! =]
______________________________________________________________
PENSAMENTOS DE ONNAMI – Capitulo II
Finalmente chegou a hora de me arrumar para as aulas. Um pouco confusa, não sabia ainda o que vestir, pois era certeza que, como sempre, não iríamos entrar na escola, tinha que estar o mais linda possível. Tudo para agradá-lo..
Resolvi colocar uma saia curtinha com detalhes da bandeira dos EUA, em tons de azul, branco e vermelho. Vesti uma blusa branca pois acredito que esta cor simboliza a pureza, apesar da sua insinuante transparência. Soltei os cabelos, um perfume suave na nuca, all star nos pés e a imaginação mista de saudade na mente.

Enfim, espero na calçada o ônibus da escola. As mãos estão suadas, o coração batendo aceleradamente, estava louca de saudade dele. Não via a hora de sentir seus deliciosos beijos novamente, o seu abraço confortante, aquele carinho tão gostoso que vinha daquele homem.
O ônibus chega. Cumprimento a todos da cabine, mas meu olhar parecia procurar por aquele alguém escondido no último banco. Minhas pernas queriam correr, minha garganta esperava por uma ordem minha de urro, mas me contive e continuei andando lentamente, cumprimentando os amigos na medida em que caminhava no corredor.
Finalmente cheguei ao banco. Mal sentei e já nos abraçamos intensamente. O profundo e gostoso beijo que trocamos ali já dizia tudo, o silêncio do nosso olhar pode contar-nos exatamente tudo o que queríamos dizer em todas estas longas férias. Ai como era gostoso senti-lo perto de mim novamente, que saudade!

Descemos em outra escola próxima ao centro, a qual tinha inúmeras praças ao seu redor, inclusive a praça mal iluminada que costumávamos ficar. Logo chegamos nela, nosso banco estava vazio, que sorte!
Ele sentou encaixadamente atrás de mim, causando arrepios. Nos beijávamos muito, suas mãos percorriam minhas curvas, sua boca queria desenhar meu corpo, porém estava restrita ao movimento dos carros na rua.
Então decidimos encontrar um lugar mais calmo. Levantamos, demos as mãos e seguimos em frente. Encontramos outra praça muito iluminada e um pouco a frente um prédio público. Poderíamos até continuar na praça anterior, mas algo nos chamou a atenção para aquele lugar: o jardim do prédio.
Viaturas passavam a todo o momento, mas nada tirou-nos a convicção de chegar até ali. Descemos a rampa, encontramos um corredor com piso rústico, uma extensa e baixa mureta de concreto e na sua frente altas floreiras que funcionavam como um ‘muro protetor’, pois o nível da rua estava mais alto.
Ele agarrou meus braços e me direcionou na parede do prédio, calando a minha boca com um gostoso beijo. Suas mãos puderam me desenhar com a tranqüilidade de que aquele seria um lugar seguro, mas queriam arrancar um pedaço de mim de tanto desejo.
A sua respiração próxima ao meu ouvido me excitava. Beijos, mordidinhas na nuca, mãos percorrendo meus seios, querendo me tocar, descobrir, conhecer-me. Podia sentir seu pênis querendo rasgar a calça, assim como ele pode sentir a minha vagina totalmente molhada quando a acariciou. Meu rosto queimava de vergonha, mas meu corpo pedia mais, queria muito mais!
Caminhamos em direção a mureta, onde lentamente ele se posicionou sobre mim, se encaixando entre minhas pernas. Ambos estávamos nervosos, mil pensamentos pairavam em minha mente. Afinal, jamais imaginei que a minha primeira vez fosse em um local assim, porém a satisfação de ser com o homem que amava me confortava naquele momento.
Beijos, olhares, prazeres e devaneios surgiram naquele momento. Estávamos juntos, unidos, com a plena certeza do que queríamos e de onde iríamos chegar. Nossos corpos pediam um ao outro, tendo este desejo respeitado logo em seguida com um longo e profundo beijo.

Ele subiu a minha saia, retirando minha calcinha cuidadosamente com a sua língua. Enquanto me beijava ardentemente, desabotoara sua camisa, retirando depois uma camisinha do bolso da calça. A sensação de medo mista com desejo dominava minha mente, não conseguia me controlar, meu corpo também queria o dele naquele momento. Tudo foi tão natural, ambos estavam com o desejo à flor da pele.
Suas mãos fortes seguravam o meu corpo e me acariciavam, dando uma sensação de segurança plena. Os beijos cada vez mais deliciosos e profundos, a troca constante de olhares, tudo foi ganhando mais intensidade. Podia sentir seu membro vagarosamente entrar dentro de mim. Minha vagina estava muito úmida, o suor dele fazia desenhos em minha blusa branca, logo se misturando ao suor do meu corpo quente e trêmulo.
Uma dor chata teimava em persistir a cada investida dele em mim, sendo que esta se tornava mais intensa na medida em que ele avançava que introduzira seu grande pênis mais a fundo. Porém esta dor incômoda logo foi sendo minimizada pela concentração que queria ter em (tentar) proporcionar prazer.
Os movimentos aumentavam e intensificavam a cada instante. Tentei acompanhar aquele movimento, visando completa-lo, deixando a inércia de lado. Na medida em que o fiz, ele se empolgava mais, a satisfação e o prazer o dominava como na realização de um eterno sonho. O movimento de nossos corpos era algo inimaginável por mim, ambos estávamos ali perdendo tão preciosa virgindade, porém com a certeza de que não era apenas sexo, havia muito sentimento presente naquele ato.
Respiração ofegante. Também estávamos molhados de suor. Suas investidas estavam em um ritmo rápido, o seu pênis parecia que iria me rasgar, de tão profundo que ia dentro de mim. Logo o vejo urrar de prazer, vendo-o mexer em seu pênis. Senti algo estranho, uma gota escorreu entre minhas pernas. Olho atentamente para ele e sua expressão confirma o que logo vejo: ele acabara de gozar.

Estávamos completamente suados, em nossos rostos estava estampado o ar de felicidade, claro que muito mais no rosto dele do que no meu. O momento foi maravilhoso, envolvente e sedutor, porém eu queria mais, ainda sentia meu corpo arder, sedento de prazer.
Ele se deitou no meu colo como um menino, logo eu comecei a acariciá-lo, fazendo o cafuné que seus olhinhos brilhantes pediam e permanecemos ali deitados, descansando c um sobre o outro tranquilamente.
Enquanto estávamos deitados, um barulho estranho veio detrás das floreiras em nossa direção. Olhamos um para o outro, sem saber o que fazer naquele momento, ‘e se a polícia chegasse?’, pensei confusa. Coloquei rapidamente a minha calcinha e desci a minha saia enquanto ele abotoava as calças. Fomos a um dos cantos do jardim, não havia vestígios de viatura alguma, mas quando caminhávamos em direção ao outro lado, o barulho novamente. ‘E agora?’, me perguntei..







